Após a demissão de dois funcionários detidos durante as manifestações da CPI dos Ônibus na última quinta-feira (22), na Câmara de Vereadores do Rio, o Governo Estadual decidiu nesta sexta-feira exonerar outros sete. Todos fazem parte do grupo a favor da maioria governista da comissão, que acompanhou a sessão no plenário e se envolveu em um tumulto com manifestantes que questionam a composição da CPI.
Os sete funcionários - seis homens e uma mulher — trabalhavam na Secretaria de Habitação. Dois deles exerciam funções de chefia. Esses sete servidores foram identificados por meio das imagens da Câmara, são lotados na Secretaria Estadual de Habitação e também serão exonerados do cargo na próxima segunda-feira (26) por terem se ausentado do trabalho sem autorização de seus superiores.
Do lado de fora do Palácio Pedro Ernesto, os servidores participaram de uma briga entre manifestantes, que resultou na prisão de 11 pessoas, que foram levadas para a 5ª Delegacia Policial, na Avenida Men de Sá. Nove dos detidos era a favor da CPI e dois contrários à instalação. Durante a briga, quatro jornalistas foram agredidos, sem gravidade.
Por meio das imagens da Câmara, mais sete servidores lotados na Secretaria Estadual de Habitação foram identificados e também serão exonerados do cargo na próxima segunda-feira (26) por terem se ausentado do trabalho sem autorização de seus superiores.
A manifestação na Câmara também fez com que o presidente do PMDB-RJ, Jorge Picciani, se reunisse com a presidente da Juventude estadual, Jéssica Ohana, de 21 anos, que discutiu nas galerias da Câmara com manifestantes contrários à CPI. “Jéssica é um quadro extraordinário e muito querida por todos nós. Errar é humano. Erramos ainda mais quando somos jovens, mas são os erros que nos ensinam a errar menos. Vamos em frente e buscar, com mais diálogo interno, ter mais acertos do que erros”, disse Picciani.
O partido divulgou nota sobre os episódios de violência observados durante e após os trabalhos da primeira audiência pública da CPI dos Ônibus da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. "O partido não orientou, nem organizou qualquer participação de sua militância na primeira audiência da CPI dos Ônibus da Câmara dos Vereadores. A ação que ocorreu foi individual e o partido repudia atos de violência e qualquer tipo de agressão à liberdade de imprensa".
Os sete funcionários - seis homens e uma mulher — trabalhavam na Secretaria de Habitação. Dois deles exerciam funções de chefia. Esses sete servidores foram identificados por meio das imagens da Câmara, são lotados na Secretaria Estadual de Habitação e também serão exonerados do cargo na próxima segunda-feira (26) por terem se ausentado do trabalho sem autorização de seus superiores.
Do lado de fora do Palácio Pedro Ernesto, os servidores participaram de uma briga entre manifestantes, que resultou na prisão de 11 pessoas, que foram levadas para a 5ª Delegacia Policial, na Avenida Men de Sá. Nove dos detidos era a favor da CPI e dois contrários à instalação. Durante a briga, quatro jornalistas foram agredidos, sem gravidade.
Por meio das imagens da Câmara, mais sete servidores lotados na Secretaria Estadual de Habitação foram identificados e também serão exonerados do cargo na próxima segunda-feira (26) por terem se ausentado do trabalho sem autorização de seus superiores.
A manifestação na Câmara também fez com que o presidente do PMDB-RJ, Jorge Picciani, se reunisse com a presidente da Juventude estadual, Jéssica Ohana, de 21 anos, que discutiu nas galerias da Câmara com manifestantes contrários à CPI. “Jéssica é um quadro extraordinário e muito querida por todos nós. Errar é humano. Erramos ainda mais quando somos jovens, mas são os erros que nos ensinam a errar menos. Vamos em frente e buscar, com mais diálogo interno, ter mais acertos do que erros”, disse Picciani.
O partido divulgou nota sobre os episódios de violência observados durante e após os trabalhos da primeira audiência pública da CPI dos Ônibus da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. "O partido não orientou, nem organizou qualquer participação de sua militância na primeira audiência da CPI dos Ônibus da Câmara dos Vereadores. A ação que ocorreu foi individual e o partido repudia atos de violência e qualquer tipo de agressão à liberdade de imprensa".
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