quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Professores do município do Rio decidem continuar em greve





















Em assembleia realizada na tarde dessa quarta-feiradia 28/08,milhares de profissionais de
educação das escolas municipais do Rio de Janeiro decidiram pela continuidade da grevepor
 ampla maioria– a greve foi iniciada no dia 8 de agosto. Um dos principais motivos para a
continuidade da greve pela categoria foi o fato de a prefeitura não ter atendidoimediatamenteos principais pontos pedagógicos (leia abaixo)
 contidos na pauta de reivindicações entregue ao prefeito. A categoria também reivindica que o prefeito Eduardo Paes adiante o pagamento do reajuste
de 8%proposto, em cima do pisoque será vinculado à aplicação do plano de cargos e salários unificado (professores e funcionários).

assembleia foi realizada no Paço Imperial, próximo ao Tribunal de Justiça (TJ), na Avenida.
Erasmo BragaHoje, a direção do Sepe foi surpreendida com o cancelamento das audiências de conciliação no TJque seriam realizadas hoje,quinta-feira e
sexta-feira. De qualquer forma, o Sepe foi informado, no Tribunal, que a prefeitura desistiu da ação em que pede a ilegalidade da greve da educação.

Logo após a assembleia, a categoria realizou uma passeata pelas ruas do Centro do Rio, tendo terminado na Cinelândia,onde foi realizado um rápido ato de encerramento da
mobilização desta quarta-feira. A próxima assembleia que decidirão rumos da greve será
realizada nesta sexta-feiradia 30 de agostoàs 10h, em local a confirmar. Logo após a
assembleia do dia 30, a categoria participará da manifestação convocada pelas centrais
sindicais em todo o país.

Principais questões pedagógicas:

- 1/3 do tempo para planejamento;

- 25% das verbas para a educação;

- Contra a redução da equipe de direçãoconcurso público para orientador educacional, supervisor pedagógico e retornodo coordenador de curso;

Fim da dupla função dos AACs;

Construção e reforma das quadras esportivas;

- Contra a meritocracia! Em defesa da Autonomia Pedagógica;

Não à circular 02: direito à lotação na UE

Não à resolução nº 1148;

Climatização das escolas;

Garantia de aulas de espanhol para todas as turmas;

Equipe interdisciplinar concursada nas escolascreches e EDI’s;

- Volta da grade curricular de 6 tempos;

Defesa da gestão democrática, com eleição direta para direção da U.E, sem os pré-requisitos
 estabelecidos pela SME;

Redução do quantitativo de alunos por turma;

Manutenção das classes especiais e sala de recurso;

Garantia de salas de artesalas de leituralaboratórios de informática e ciências em todas
as UEs.

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