Após assembleia em frente à Alerj, professores decidem seguir com paralisação
Os profissionais de educação da rede estadual do Rio de Janeiro decidiram continuar em greve, após assembleia realizada nesta segunda-feira (16), em frente à Assembleia Legislativa, no Centro. O ato fechou o trânsito nas três faixas da Avenida Primeiro de Março. A paralisação teve início no dia 8 de agosto.
O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) segue reforçando a intransigência e a falta de diálogo por parte do Governo do estado. “Até agora, nenhuma reunião ou audiência foi marcada pelo governador ou pela Secretaria para rediscutir o assunto”, afirma um dos coordenadores gerais do Sepe, Alex Trentino.
Outra assembleia está marcada para a próxima sexta-feira (20), no Largo do Machado, para rediscutir os rumos da paralisação.
Acampamento nas escadarias da Assembleia Legislativa
Ainda na Alerj, a categoria está promovendo um acampamento desde a noite da última quarta-feira (11). O ato inclui atividades culturais e esclarecimentos à população sobre a atual situação da educação estadual no Rio de Janeiro. O objetivo é forçar o governo à abertura das negociações.
Estado de greve na rede municipal
Já na terça-feira (17), em frente à Câmara dos Vereadores, na Cinelândia, os profissionais municipais de educação realizam uma paralisação de 24 horas para a realização de uma assembleia geral e um ato para garantir que as promessas da Secretaria Municipal sejam cumpridas, como a elaboração de proposta do plano de carreira (PCCS).
O Sepe esteve na prefeitura na tarde desta segunda-feira para receber a proposta, conforme acertado na última audiência com o Chefe da Casa Civil Pedro Paulo Carvalho Teixeira e a Secretária Municipal Cláudia Costin, mas recebeu a informação de que a oferta de cargos e salários não estava pronta. Após o descumprimento do acordo, a Secretaria da Casa Civil informou que a proposta será entregue na terça-feira (17).
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